sábado, 30 de agosto de 2008

Sábado a tarde, tédio;

Rola aquela depressãozinha básica ao som de Amy Winehouse...

Vontade de pedir Desculpas ao mundo, quando você percebe que ainda anda agindo "idiotamente" em alguns departamentos da sua vida...

...E ao inves de pedir desculpas, fala-se com a Lara!!!
hahahahahahhahaha




Excuse-me people!

Fraülein Wunder Brunnette

O olhar vago, a mudez quase que voluptosa. Poucas palavras, mas olhos abertos. Vontade e desejo jamais faltavam. Não era difícil, nem complicada, era simples. Só, e nada mais.

E Então ele fugiu...

Embora não sentisse que era a hora, ele fugiu. Colocou os dois pés na estrada, e se pôs a caminhar. Sem rumo, como sempre sonhou. Mas a chuva dominou seus caminhos, e enxarcou-lhe a cabeça e os pés. Sentia o frio cortar-lhe os ossos, como se soprasse de seu embigo para fora. Tremia. Mas não cogitava voltar. Queria ficar longe. Longe, longe, de tudo...queria ficar só. Mas o frio...
Sentou-se no meio-fio. Já estava molhado mesmo, pouco importava. Sentou, e ficou olhando as gotas de chuva que castigavam a poça d'água sob seus pés. Jogou a cabeça para trás, e riu, deixando que a chuva escorresse para dentro de sua boca. Saboreou a água insípida, e cuspiu-a. Esfregou os olhos, e levantou-se, sem saber o que fazer. Poderia ficar a eternidade sentado sob o meio-fio, sentindo aquilo que o fizera fugir pulsar no peito, como se fosse explodi-lo por dentro. queria vomitar aquilo que o pesava, mas não podia. Não havia comido, não havia o que vomitar. Lembrou das pessoas que o rodeavam. Não queria Vê-las, nem queria ouvi-las, não por enquanto. Não sabia o que era, mas não queria conversar com ninguém. A solidão, somente ela, doce e volupta poderia lhe dar o conforto que buscava. Mas apesar disso, o colo que a solidão lhe oferecia era desconfortável, e pouco amenizava aquilo que lhe tomava o peito e a cabeça. Chutou a poça d'água, e caiu sentado. Demorou-se para levantar. Mas, então, logo que o fez, correu. Rápido, veloz, escorregando pelo piso molhado ele correu. Mas não correu o bastante, para evitar o carro que vinha atrás, e a última coisa que sentiu foi seu corpo batendo contra o frio e duro capô do taxi, e sentiu-se içado ao ar, até que bateu forte contra o asfalto, vários metros à frente.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Drogas

Quero do fundo do meu coração que qualquer usuário de maconha, cocaína, crack, ou qualquer outra dessas merdas Se foda de todos os modos possiveis e imagináveis por conta de seu vício imbecíl.

Sim, eu sou um futuro psicólogo e acho deprimente, decepcionante, abominável, totalmente babaca e Absolutamente degradante quem usa e/ou acha bonito isso.

Pois bem, fica aqui meus sinceros votos de que a polícia os prendam, que sejam processados e percam a vida pelo vicio.
Ou coisa pior.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Você pode atravessar a rua e,
não mais que de repente,
se apaixonar por um outro alguém.

...
Será mesmo?

...
Se for assim, de que adianta se entregar num relacionamento?

Cara valente

Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir...
Foi escolher o mal-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar
Com o coração
Olha lá!
Ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo Cara Valente
Mas veja só
A gente sabe...Esse humor
É coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não...
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver
Nesse mundo de mágoas...


Marcelo Camelo

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Monitoria, Duas pesquisas e (Será?) Estágio...

Pesquisa da Euchares (sobre Drogas), Pesquisa do Jablonski (sobre Casamento), Monitoria da Ana Stingel (processos psicológicos básicos) mais um futuro estágio na empresa Júnior Puc (Se Deus quiser!!!)

Será que eu aguento???

Só o tempo dirá...

E hoje, depois das deprimentes e neuróticas aulas sobre AIDS, Adicções. Descobri que o Thiago é um alcoolista (não, nem vou por risadinha porque não é engraçado), e outras coisas mais que podem acontecer pelo uso e abuso de substâncias "psicoativas". Também descobri que sou vivciando (em chocolate e cafeína).

vou entrar pros chocólatras e cafeinádos anônimos.

domingo, 10 de agosto de 2008

Fuga

Ele iria fugir. A Resolução estava pouco à pouco tomando forma na sua cabeça. Já vinha ganhando espaço entre seus pensamentos, feito uma erva daninha entre as rosas, desde o início daquele ano. Estava decidido. Não queria pensar muito, pensar o faria desistir. Não, não iria desistir novamente. Dessa vez era pra valer.
Seria nessa semana mesmo, mas ainda não havia decidido o dia. Não, nem era preciso pensar muito em datas, mas sabia que seria nessa semana. Acordaria de manhã, e ao levantar, saberia 'hoje é o dia'.
Era mesmo uma Fuga? Ou uma busca ? E busca de quê?
Ele não sabia dizer. Mas não precisava procurar certezas para fugir. Estava fugindo em busca das certezas. Fugiria, sem rumo a princípio; o vento, a alma e os pés o levariam onde precisaria chegar.
Por um segundo refletiu em tudo que deixaria para trás, apenas por um breve segundo. Pensou se haveriam lágrimas, saudades, indignações. Pensou que seria injusto. Não, pare de pensar, disse. Pensar não ajuda, não agora. Não pensarei, pensou, num paradoxo mental. E voltou a confusão original. Chega, berrou mentalmente, e abriu as janelas do ônibus para sentir as fortes rajadas de vento açoitando seu rosto.
Fugir, fugir...
...
Desceu do ônibus, caminhou lentamente, mancando do dolorido pé, até em casa. Comeu, deitou, dormiu. Amanhã seria mais um dia. E depois outro, e depois outro, e depois... aguardaria o dia da fuga, como uma criança aguarda a visita do papai Noel no natal.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

E realmente preciso deixar de pensar...

...Em você.

The Corrs

"You're no good no no good for me
You have no idea...
That I'm walking through the clouds
When you're looking at me
I'm feeling like a child
Vulnerability
I am shaking like a leaf if you move close to me
And you're all that I see
But it's no good for me"

1º Dia

das aulas ontem...

Comunicação e teatro vai ser A MATÉRIA do semestre! Acho que vou gostar dela muito. É mais voltada para comunicação social, inclusive para publicitários, voltada para publicidade do teatro, mas a professora disse que iria abordar assuntos que todos gostassem, e que talvez cada um faria como g1 e g2 um trabalho de interesse próprio!
Genial!!

PTO igual ao que eu esperava. Aborgadem, um saco. Nada de novo, e o G.G. decididamente não é engraçado.

Métodos quantitativos (leia-se ESTATÍSTICA!) é um pesadelo. Pensei que nunca mais iria ver matemática...mas... :'(
Mas a Carmen é ótima!
Engraçada, auto-confiante. E almoça no bandejão com os alunos.
"Great"!!!

Falta assistir Ética Cristã amanhã. Hoje, a última consulta com a Lara no SPA.

É isso...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Lembranças duma infeliz noite do passado...

Imagina a cena: uma cama enorme, ambiente com luz negra, música eletrônica com batida cadenciada, três mulheres e 14 homens transando e uma caralhada de gente em volta olhando. Pois é, foi assim que começou o desafio de Gang Bang na quinta passada. A maioria dos casais chegou cedo e como nesta festa não houve limitação do número de solteiros, eles também puderam entrar logo. Teve neguim que chegou lá ao meio-dia pra garantir lugar... Foi mais gente do que esperávamos. Tínhamos limitado em 100 a quantidade de casais, mas achamos sacanagem deixar de fora da farra os oito últimos que chegaram. A quantidade de solteiros não alcançou o máximo e ficou em 44. Poderiam ter entrado mais seis. A expectativa pelo começo do desafio era grande, mas antes fizemos a tradicional entrega das camisinhas coladas nos corpos da Alice e da Patrícia. Esta semana elas tiveram o reforço da Marise, que preparou um biquíni especial de chocolate. A Alice estava fantasiada de coelhinha e a morena com um espartilho de matar qualquer um de tesão. Ô mulé gostosa! Depois da campanha politicamente sacana, fomos todos para a 402 dar banho de chocolate nas voluntárias. Por causa da Páscoa, ao invés do tradicional banho de açúcar, nós lambuzamos as gostosas com calda de caramelo e chocolate. Como tinha muita gente para ajudar a limpar as mulheres, tivemos que limitar a participação em cinco lambidas por pessoa. O problema é que todo mundo só quer lamber os mesmos lugares. Não lembro de ter visto ninguém lambendo o cotovelo da Patrícia ou o tornozelo da Marise. Então carrega-se mais nas partes pudicas e pronto, todo mundo sai feliz da vida. Alguns precisam ser tirados à força, mas nada que um banho frio não resolva. Bem, depois de tanto encher lingüiça, fomos para a cama altar dar início ao que todos esperavam. Muita gente já estava no terceiro andar mandando ver e nem quis saber de guenguibangui. Mesmo assim a boate estava lotada. O DJ anunciou o começo do desafio e subiram Alice, Marise e Juliana para a grande suruba. Isso mesmo, na verdade esse treco é mesmo uma suruba. Só trocaram o nome pra ficar mais comercial. Esse negócio aí o Calígula já fazia em Roma com as mulheres dos senadores, lembra? Por falar em trocar o nome das coisas, quem tem mais de 40 anos deve lembrar que na década de 60 o cara que não tinha uma perna era chamado de perneta. Depois este mesmo camarada sem perna passou a ser chamado de aleijado. O tempo foi passando e ele virou paraplégico. Quando começou a aparecer esse negócio de ONG, virou deficiente físico. Agora a coisa anda tão chique que nosso perneta velho de guerra é chamado de pessoa portadora de necessidades especiais. É mais ou menos o que aconteceu com a velha suruba... A maratona estava animada, mas começou a ficar perigosa. A cama altar é suspensa e já tinha quase vinte pessoas lá em cima. Resolvemos transferir e distribuir todo mundo pelas outras suítes. Só quem ficou na cama altar foi a Marise. Que disposição, quanto fôlego, que resistência... A lourinha traçou 39 marmanjos. Fez pela frente, por trás, por cima e várias duplas penetrações. O marido dela estava ao lado o tempo todo contabilizando e conferindo as camisinhas. Não teve pra ninguém. Ela é a nova rainha do Ibiza. A Alice bem que tentou, mas esta foi a sua primeira vez. Minha mulher até que se esforçou mas parou no décimo segundo. Ela deu uma idéia muito interessante. Que os mais bem dotados ficassem para o final. Na entrevista logo após a partida ela disse – Bem, eu vim para disputar, mas sabe como é, estamos aqui para somar, o importante é competir e vamos nos concentrar para ganhar os três pontos no próximo jogo. A coitada deu azar de pegar uma meia-dúzia de pés-de-mesa e acabou não indo muito longe. E olha que o nosso amigo Tigre não estava lá... Ela prometeu treinar mais para o próximo desafio que deverá acontecer em maio. Aliás, o sucesso do Gang Bang foi tão grande que estamos pensando em destinar uma quinta por mês para ele. Aceitamos sugestão. Tá tudo muito bom, tudo muito legal, tudo muito animado, mas houve problemas também. Alguns casais escolheram logo esta festa para fazer a estréia. Imagina isso... Teve um que entrou, não ficou meia hora e saiu como se a mulher, pálida coitada, tivesse visto o bicho papão. Como se a Cuca tivesse aparecido pra ela e feito búúúúúúúú. Dureza... Nós tivemos o maior cuidado de avisar a todos sobre o tema da festa. Não houve uma só pessoa que entrou desavisada. Mas acho que muitos não levaram fé que a 18A é uma festa onde as coisas acontecem. Até casais mais experientes que estão acostumados aos clubes tradicionais, com pista de dança, show de strip tease e inocentes sarrinhos no escuro se impressionam com o Ibiza. Uma coisa muito boa pra todos foi que, apesar da quantidade de solteiros presentes, não houve uma reclamação sequer de abordagem indevida. Só reclamaram de um mala (sempre tem algum para encher a porra do saco) que não comeu ninguém, mas bebeu champange demais e ficou falando alto ao lado dos casais transando. Sobrou pra mim o bagaço da laranja... tive que falar meia dúzia de grosserias no ouvido do chato e mostrar pra ele a saída. Não sabemos se é o clima erotizado do hotel, se são as provocações feitas pelas brincadeiras do açúcar e da camisinha, mas o fato é que o bicho pega pra valer. Não há uma alma que saia de lá sem fazer ou ver alguma coisa. Alguém disse na semana passada que a 18A separa os homens dos meninos. Gostei disso. Esta foi nossa intenção quando criamos a 18A. Não agüentávamos mais a mesmice, não queríamos uma festa mais social do que sexual. Estava muito difícil alguém se excitar e transar com gente vendo novela na mesma suíte. Não dava pra fazer sexo animal com neguim ao lado trocando receita de bobó de camarão. Então é isso. A 18A continuará ousando a cada quinta-feira. Deixe o mau humor de lado, prepare a patroa e venha correndo participar da festa que está, de novo, fazendo as coisas acontecerem.

ODEIO A BARRA DA TIJUCA!

Fiquei esperando meu ônibus hoje por quase uma hora.

Que lugar de merda!

¬¬'

Relacionamento perfeito - Lya Luft

O assunto pode ser dramático ou engraçado, tão humano e tão difícil de entender.
A mim, sempre buscando explicações e significados porque tão pouco entendo, me ocorre falar ou escrever exatamente sobre aquilo que menos sei. Trabalho interminável, espécie de suplício de Tântalo: o pobre todo dia empurrando montanha acima uma grande pedra que voltava a rolar pela encosta, a fim de que o torturado recomeçasse mais uma vez.
Querer alcançar o significado das coisas, da vida, das gentes, de seus relacionamentos e desencontros, é um pouco assim.
Seguidamente me indagam – ou tento imaginar – o que seria um relacionamento perfeito. Eu ia escrever “casamento”, mas preferi a outra palavra, porque ela não tem nada a ver com cartório e burocracia, opressão ou coerção social e familiar: tem a ver com querer se ligar a alguém, e querer continuar ligado.
Cada dia, ao acordar, fazer de novo a escolha: eu quero mesmo é você comigo.
Mas “perfeito” é uma palavra tola: perfeição, só no céu de todas as utopias. Aqui, nesta nossa terra nada utópica, perfeição me pareceria um pouco entediante: como, nada a reclamar, tudo assim direitinho?
Olho pela janela e bocejo: muito sem graça, a tal perfeição. O céu com anjos tocando harpa pelo tempo sem tempo me deixava pasmada já na infância. Nada mais? Nem uma brincadeira proibida, um escorregão nas nuvens, uma risada na hora do sagrado silêncio... nem uma transgressãozinha na ordem celestial?
Minha alma indisciplinada não encontraria alimento nem estímulo, e ia-se desfazer em fiapo de nuvem embaixo de algum armário onde se guardassem os relâmpagos e os trovões, e todas as duras sentenças.
Então, relacionamento perfeito, nem pensar.
Mas uma ligação de cumplicidade e ternura, de sensualidade e mistério, ah, essa eu acho que pode existir. Como todos os contratos (não falo dos de papel mas de corpo, coração e mente), esse precisa ser renovado de vez em quando: a gente tira o contrato da gaveta da alma, e discute. Briga talvez, chora, reclama, mas ainda ama, ainda deseja. Ainda quer o abraço, o passo no corredor, o corpo na cama, o olhar atento por cima da xícara de café... quer até a desorganização e a ruptura, para depois de novo o que é bom se reconstruir.
Que seja vital: isso me parece uma boa parceria. Que seja dinâmica, seja lá o que isso significa em cada caso. Pelo menos, não acomodada; mas muito aconchegante.
Que seja sensual e amiga, essa ligação: se não gosto do outro como ser humano, com seus defeitos, sua generosidade e egoísmo, força e fragilidade, se não o quereria como amigo... como então, mesmo com tempero do desejo, posso me relacionar com ele para uma vida a dois?
O tema é quase infinito: pois cada caso é um caso, assim como cada casal é um casal, e cada fase da vida do indivíduo ou dos dois é diferente.
O bom é quando essa constante transformação se faz para maior cumplicidade, e não mais distanciamento.
Que um relacionamento não seja prisão; que não seja enfermaria nem muleta; mas que seja vida, crescimento (turbulências eventuais incluídas).
Que seja libertação e ajuda mútua; não fiscalização e condenação, a sentença pronunciada numa frase gélida ou num olhar acusador, ar de reprovação ou lamúria explícita.
Que seja cumplicidade, porque a vida já é difícil sem afetos. O som dos passos no corredor pode ser um conforto inacreditável, o corpo ao lado na cama uma âncora para a alma aflita. O entendimento recíproco é um oásis no isolamento desta nossa vida pressionada por tempo, dinheiro, regras, mil solicitações de família, trabalho, grupo social, realidade do mundo.
Que seja presença e companhia, o relacionamento bom: pois a solidão é um campo demasiado vasto para ser atravessado a sós.
LUFT, Lya; in Pensar é transgredir.

...

Eu ligo.
O telefone toca.
Ninguém atende.

Queria não pensar tanto em você...

domingo, 3 de agosto de 2008

Taurino

Acho que estou começando a descobrir quem eu sou...
muito pouco animado, muito triste e cabisbaixo. Teimoso.

E alguém disse o que sempre quero. "Estabilidade em relacionamentos" (sejam eles quaisquer). Meus queridos amigos, tenho pena de vocês que são proximos do Di.

Quem tem saco pra se aproximar de mim? =/

amor, amor

O que fazer quando você se pega no meio da noite acordado pensando naquela pessoa?
O que fazer quando você lembra dela, em meio a uma aula, e não consegue se concentrar em mais nada?
O que fazer quando você fica ansioso de encontrar aquela pessoa, fica olhando pro telefone esperando ele tocar, fica triste se não toca, se desepera se não te liga...
O que fazer quando você planeja uma saída com essa pessoa, e fica na expectativa até a hora marcada, vivendo aquele dia todo só pra esse encontro?
O que fazer?

O que fazer quando se descobre sentindo uma coisa tão assim, que tem até medo de falar.
O que fazer quando faz coisas idiotas e fica se sentindo um lixo depois, só em nome disso que você sente, mas que não dá sentido às suas ações, nem as explica?

O que fazer?

Ligar, às duas da manhã (porque é a hora que você sabe que ele ainda deve estar acordado) só pra dizer, todo envergonhado "eu amo você" e desligar correndo, constrangido?
Ou Escrever um depoimento (mais um, já são quase 20!) Dizendo como você se sente?

O que fazer se, depois disso tudo, você se sentir um bobo imaturo, grudento, chato, carrapato que gruda e não solta, e fica com medo de você mesmo por ser assim?

O que fazer...o que fazer?

Essa coisa que você sente, e que faz você agir assim, ora de forma muito agradável, boa, realmente legal, e em outras, de forma mesquinha, boba, infantil e realmente chata, como se chama essa coisa?

Que nome dar a isso que você sente, que você fala, que você chama, que você quer, que você quer demonstrar, mas não consegue, por mais que tente?
Que nome? que nome?

...
(leia o título!)

Mas mesmo chamando assim, serve de desculpa pra você ser assim?

Transar, comer e dormir

Tem coisa melhor?

Fim das férias

É o fim. Das férias.
de novo a maratona (da qual eu não participo, mas dessa vez prometi a mim mesmo que irei fazer parte) de textos e leituras, trabalhos e aulas. Vou fazer a loucura de estudar de 7 às 5 na terça e na quinta. Mas não vou ter aula às quartas. Segunda, só tem pesquisa à tarde. E sexta só tem 2 aulas, às 9 e às 11. Vamos ver se saí o laboratório de PPB, se não, vai ser só isso. Devemos ter também 2 consultas com a Lara...mas isso só vai aocntecer se o FESP deixar...
enfim...

Arroubos de alegria e entusiasmos, acompanhados de desânimo e sensação de estranhamento e incômodo.

É tão difícil ser eu mesmo.às vezes eu queria fugir. De tudo, e todos. Dos pais, dos amigos, dos estudos, do namoro, da vida. Viajar por uma estrada por uns dias, sair num lugar novo, finjir que sou outra pessoa e começar uma nova vida...hahaha, parece até roteiro de filme barato da sessão da tarde.

Não, fugir não resolve nunca. Quem bebe, fuma, ou usa drogas, usa a sensação que as addicções causam pra fugir de alguma-coisa. Sempre. Se não, não haveria a necessidade de entrar nesse semi-transe imbecil. E as pessoas realmente são burras, porque não percebem que é uma fuga momentânea, e que embreve, estarão lá de novo, em busca do portal que permite a fuga. Não, fugir não. Além do mais acho que sentiria demais saudades de certas pessoas...

E pra terminar, Estou a pensar nas coisas que faço de errado, ou que pelo menos acho que faço errado. Deu uma lista enorme. Será que dá pra consertar?

sábado, 2 de agosto de 2008

Maratona odeon

Poucos comentários.
Chata.
Só curti o filme do zé do caixão.
Os outros, são meio...'blerg'.

E o Thiago tá trabalhando num albergue...Falando nisso eu só consigo lembrar do filme do Eli Roth, "the Hostel".

hahahahahahhahahahhahahaha