Pensamento automático: "Não dá para ir a uma festa e não beber"
Se isso é verdade, significa o quê?
"Que eu não consigo me divertir se não beber"
E não se divertir na festa significa o quê?
"Não vou poder falar com ninguém, dançar..."
E se for assim, O que significa?
...
"Que eu, normalmente, não sou legal."
O que significa não ser legal?
"Que ninguém pode me amar, por que não sou uma boa pessoa"
E o que significa não ser boa pessoa?
...
(...)
"Que eu sou uma porcaria, não sou de nada"
Ser uma porcaria, não ser de nada, significa o quê?
"Que eu sou um incapaz, um fracasso como pessoa"
Eis a crença nuclear.
sábado, 20 de setembro de 2008
Delírios I: Cortes
Sentiu-se mais uma vez triste. Sua vida consistia numa série de ciclos de trsiteza. Vivia entre crises, que cada vez o perturbavam mais. Sentia algo indefinível. No início, tinha medo, mas agora já não temia a agonia paranóica que lhe tomava conta todas as noites frias. E essa era uma dessas noites tristes. E ele estava lá, sentado no chão do banheiro. olhou seu rosto moreno no espelho. Tirou os óculos.
Olhou-se demoradamente. Se Observou, achando-se bobo. Socou o espelho, e a mão estourou numa enxurrada de sangue. Voltou a sentar, agora com um caco de vidro na mão. Aproximou-o com cuidado e ansiedade na dobra da coxa. e enterrou com um movimento forte e único o pedaço de vidro. Deixou escapar um suspiro longo, retirou o vidro do local, e passou a fazer cortes simétricos e horizontais na perna, chegando até a metade da coxa.
Deixou depois o sangue escorrer pelos azulejos do banheiro, levando, temporariamente, a angústia do seu corpo...
Olhou-se demoradamente. Se Observou, achando-se bobo. Socou o espelho, e a mão estourou numa enxurrada de sangue. Voltou a sentar, agora com um caco de vidro na mão. Aproximou-o com cuidado e ansiedade na dobra da coxa. e enterrou com um movimento forte e único o pedaço de vidro. Deixou escapar um suspiro longo, retirou o vidro do local, e passou a fazer cortes simétricos e horizontais na perna, chegando até a metade da coxa.
Deixou depois o sangue escorrer pelos azulejos do banheiro, levando, temporariamente, a angústia do seu corpo...
p.s- Se por ventura alguém achar que eu me corto, não, eu nunca fiz isso. Se quiserem ver, eu mostro meu corpo e vcs podem procurar se tem alguma cicatriz do tipo...
Single women desperates
Carolina- Estudante de psicologia, 21 anos, começa a série após o término do seu namoro de 4 anos. A princípio arrasada, vai entrar pro clube das "mulheres à caça" e enfrentar mil conflitos pessoais por sentir-se desvalorizada e desesperada por homens.
Poline- Amiga de Carolina, estudam psicologia na mesma faculdade. Tem 25 anos, mais experiênte e também vê seu namoro acabar. É quem vai eliciar Carolina nas noites em busca de um 'novo amor'. Juntas, vão se enfiar em várias confusões.
Wanda- Colega de classe de Carolina, tem 31 anos. Terminou o noivado a pouco tempo, e sente-se confusa pela procura do noivo que insiste em não terminar a relação. Apesar de dizer-se bem reslvida por ser gorda, não sente-se tão bem assim com seu corpo. É a mais experiente, mas nem por isso deixara de protagonizar situações engraçadas.
Ana Lina- Amiga de Daniel. Trabalha em uma livraria, e namorava com um amigo de Daniel, mas o relacionamento acaba por decisão mútua. Perdida, mais uma que entre no clube das 'Mulheres desesperadas" e acaba se envolvendo com uma mulher.
Daniel- Melhor amigo de Carolina, também estudante de psicologia na mesma faculdade. É gay e neurótico obessivo. Vive achando que o namorado vai terminar com ele. Faz terapia, e acha que tem problemas psicológicos graves.
Fernanda F.Sá- Ex-amiga de infância de Carolina. É tida por todos como invejosa, mas ninguém sabe realmente como ela é. Estuda na mesma faculdade de Poline, Carolina, Wanda e Daniel.
Brenda- Amiga de Carolina e Daniel. Obcecada pelo seu casamento no fim do ano, vive para agradar o noivo dentro de convenções sociais. Vai viver inumeros conflitos internos e situações engraçadas com seus amigos.
em breve novos personagens...^^
Poline- Amiga de Carolina, estudam psicologia na mesma faculdade. Tem 25 anos, mais experiênte e também vê seu namoro acabar. É quem vai eliciar Carolina nas noites em busca de um 'novo amor'. Juntas, vão se enfiar em várias confusões.
Wanda- Colega de classe de Carolina, tem 31 anos. Terminou o noivado a pouco tempo, e sente-se confusa pela procura do noivo que insiste em não terminar a relação. Apesar de dizer-se bem reslvida por ser gorda, não sente-se tão bem assim com seu corpo. É a mais experiente, mas nem por isso deixara de protagonizar situações engraçadas.
Ana Lina- Amiga de Daniel. Trabalha em uma livraria, e namorava com um amigo de Daniel, mas o relacionamento acaba por decisão mútua. Perdida, mais uma que entre no clube das 'Mulheres desesperadas" e acaba se envolvendo com uma mulher.
Daniel- Melhor amigo de Carolina, também estudante de psicologia na mesma faculdade. É gay e neurótico obessivo. Vive achando que o namorado vai terminar com ele. Faz terapia, e acha que tem problemas psicológicos graves.
Fernanda F.Sá- Ex-amiga de infância de Carolina. É tida por todos como invejosa, mas ninguém sabe realmente como ela é. Estuda na mesma faculdade de Poline, Carolina, Wanda e Daniel.
Brenda- Amiga de Carolina e Daniel. Obcecada pelo seu casamento no fim do ano, vive para agradar o noivo dentro de convenções sociais. Vai viver inumeros conflitos internos e situações engraçadas com seus amigos.
em breve novos personagens...^^
domingo, 14 de setembro de 2008
E você me deixa Aqui
Com essa sua mania estranha,
de um dia me amar, e outro sequer ligar.
Não te entendo, e já nem quero mais entender.
Esse filme já passou no meu cinema;
Eu não gosto de reprises quando o filme não é bom.
Você nunca reclamou dos meus comportamentos,
fico pensando que não deveria falar nada
mas já fizeram isso que você faz comigo antes
e eu não gostei. Eu sofri;
Eu chorei.
E eu cansei, dessa vez.
Não dá pra explicar...
Por que do nada você some?
Eu não sei. Um dia o calor,
noutro o frio.
Num dia um beijo, um sorriso
Noutro um falso riso contido,
uma falta de atenção
e de emoção.
Nao, sei, não quero saber
e tenho mesmo raiva de quem sabe.
decida-se,
antes que eu me decida por você...
"You're the only thing that I love
It scares me more every day
On my knees I think clearer"
(U)
de um dia me amar, e outro sequer ligar.
Não te entendo, e já nem quero mais entender.
Esse filme já passou no meu cinema;
Eu não gosto de reprises quando o filme não é bom.
Você nunca reclamou dos meus comportamentos,
fico pensando que não deveria falar nada
mas já fizeram isso que você faz comigo antes
e eu não gostei. Eu sofri;
Eu chorei.
E eu cansei, dessa vez.
Não dá pra explicar...
Por que do nada você some?
Eu não sei. Um dia o calor,
noutro o frio.
Num dia um beijo, um sorriso
Noutro um falso riso contido,
uma falta de atenção
e de emoção.
Nao, sei, não quero saber
e tenho mesmo raiva de quem sabe.
decida-se,
antes que eu me decida por você...
"You're the only thing that I love
It scares me more every day
On my knees I think clearer"
(U)
Marcadores:
"tô estranho,
agora eu nem ligo mais",
coisas que antes eu adorava
domingo, 7 de setembro de 2008
A idiot
Ai,ai,ai,ai,ai...
Eu sou mesmo um imbecil infantilóide...=\
Será que me falta a Floracusão do nome do Pai???
rsrsrs :P
Não, tomara que não.
é, sem eu sentir, a minha vida sempre foi uma comédia "primetime waner channel"...só que eu tô mais pra "old christine" do que pra "Friends".
...
E diremos adeus às Neuroses...
Rumo a uma vida melhor?
Eu sou mesmo um imbecil infantilóide...=\
Será que me falta a Floracusão do nome do Pai???
rsrsrs :P
Não, tomara que não.
é, sem eu sentir, a minha vida sempre foi uma comédia "primetime waner channel"...só que eu tô mais pra "old christine" do que pra "Friends".
...
E diremos adeus às Neuroses...
Rumo a uma vida melhor?
terça-feira, 2 de setembro de 2008
“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever?Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu,em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase queimediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezesacontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
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